A partir de que idade as crianças devem começar a dormir sozinhas

A partir de que idade as crianças devem começar a dormir sozinhas

Imaginar os pequeninos dormindo sozinhos é um grande desafio para os pais, principalmente em seus primeiros meses de vida, já que esse é o período que merecem um pouco mais de atenção e cuidados. Porém deixá-los sozinhos na hora de dormir é uma atitude que deve ser tomada o quanto antes, assim não se tornará um caos em um futuro bem próximo.

Os pediatras afirmam que o lugar da criança é na cama dela e no quarto dela, isso ajuda a criar sua independência mais rápido, diminuindo ainda os conflitos entre o casal, que perdem grande parte da sua liberdade e privacidade enquanto essa dinamização é articulada.

Segundo esses e outros profissionais, essa prática deve ter início assim que o bebê começar a mamar a cada 4 horas e conseguir dormir uma noite completa. Esse período é articulado entre o 4° ao 9° mês. É importante que esse prazo não seja ultrapassado, acima de 10 meses o pequenino já começa a estranhar os ambientes.

A partir de que idade as crianças devem começar a dormir sozinhas
Bebê dormindo com o pai.
(Foto: Reprodução)

Mas como fazer isso?

Existem múltiplas medidas que auxiliam esse processo, mas é necessário que os pais tenham muita paciência e seguridade nos primeiros dias, esse trabalho pode ser um pouco dificultoso. Acompanhe algumas dicas a seguir:

Decore o quarto da criança para que ela se sinta mais a vontade com o passar do tempo.

Deixe a preguiça de lado, nos primeiros meses será necessário levantar a noite para dar uma olhadinha no bebê. Reveze a tarefa com seu parceiro afim de evitar cansaço extremo, isso também ajudará a evitar conflitos entre o casal.

Deixe o bebê tranquilo antes de dormir.

Faça do dormitório do pequeno um ambiente silencioso, escurinho e aconchegante. Deixe apenas um abajur ligado para ficar mais fácil de ver a criança na madrugada.

Estipule um horário para colocar o bebê para dormir e também para as mamadas noturnas.

Conte historinhas ou cante para a criança antes que ela durma. Isso fará com que se sinta mais segura, deixando o “pegar no sono” mais divertido.

Os pais não devem ceder as manhas e vontades do pequeno, caso contrário tudo o que for praticado será em vão.

Assim que a criança começar a entender os comandos ditados pelos pais, faça com que eles sintam desejo em ter seu próprio cantinho e mostrem-nos o quanto seu quarto é agradável.

Dica

Enquanto o bebê estiver dormindo no quarto do casal, coloque o bercinho dele em uma posição onde poderá ser observado e não na cama, se isso for feito, mais trabalhoso será fazer com que ele fique sozinho posteriormente.

Observação

Não fique com peso na consciência nessa fase de adaptação. Essa prática será muito importante para toda a família. Caso a inserção desse hábito esteja sendo muito árdua, procure ajuda de um psicólogo ou pediatra.

Quando o bebe aprende a andar ?

Quando o bebe aprende a andar ?

Assim que os bebês nascem, avistamos somente uma pequena criança ingênua que deve ser protegida e bem cuidada, mas com o passar dos meses é possível perceber o quanto seu desenvolvimento avança depressa e que se não ficarmos ligados, poderemos perder os melhores momentos!

Dentre as modalidades de aprendizagem, uma das que mais emocionam os pais, sendo uma glória para todos é quando o pequenino começa a dar seus primeiros passinhos. Essa é uma das maiores vitórias em busca da sua independência.

Mas quando isso acontece?

Nos primeiros meses de vida o bebê vai ganhando pouco a pouco algumas habilidades corporais, conseguindo manipular as suas coordenações motoras, processo que gera mais resistência aos músculos, fazendo com que ele consiga levantar a cabecinha, se virar, sentar e engatinhar.

Desse ponto em diante (por volta dos 8 meses aproximadamente) é a fase em que a criança começa a se apoiar nos objetos para ficar em pé. Os primeiros passos acontecem entre os 9 à 12 meses, mas somente com cerca de 1 ano e 3 meses andam com perfeição.

Quando o bebe aprende a andar ?
Mamãe segurando o bebê para que ele caminhe.
(foto: Reprodução)

Observação: Em alguns casos, os bebês podem vir a andar apenas com 1 ano e 4 ou 5 meses. Segundo a observação de pediatras, isso é absolutamente normal, já que nenhum indivíduo se desenvolve da mesma maneira que o outro.

É relevante que os pais e pessoas do convívio do bebê estimulem seus instintos, fazendo com que eles sintam confiança tanto para começar a andar, quanto para falar e aprender as curiosidades que estão impostas no dia a dia.

Quanto as formas de encorajamento mais utilizadas pelas mamães e papais, as que mais dão certo nesse processo são:

Deixe o pequenino no chão para que explore tudo o que está ao seu redor, mas mantenha-se sempre atento ao que ele está fazendo para que não se machuque.

Segure as suas mãozinhas e caminhe devagarzinho com ele, mostrando como é que se faz – nunca solte-o de uma vez.

Pegue objetos que a criança goste e afaste dela, incentivando para que chegue até você. Leva-la a um local diferente do habitual também pode auxiliar nisso.

Se ver que o bebê irá cair, chame atenção com cuidado. Se tratar de maneira agressiva ele se assustará, poderá se machucar e desenvolver um  trauma, demorando mais a andar.

Prefira deixar a criança com roupas leves e descalça, assim ela terá mais contato com o chão, se sentindo mais segura.

Atenção!

Se você vem percebendo que seu filho está demorando muito para desenvolver essas e outras aptidões, procure a ajuda de um pediatra e faça análises específicas do quadro, alertando ou não a presença de possíveis patologias.

Por que praticar Jiu Jitsu?

Por que praticar jiu jitsu?

Muitos acham que as artes marciais não estão associadas à filosofias de vida, mas isso não procede. O Jiu Jitsu é uma das modalidades que se enquadra nessa particularidade e demanda tanto o corpo, quanto a mente. Sua primeira introdução foi dinamizada no Japão, no século XVII, pelo monge chinês Chen Yuan-Ping.

Todas as suas movimentações e habilidades são voltadas para o ataque e auto-defesa, tendo como objetivo principal a finalização do oponente. Geralmente, quando um lutador se deixa dominar pelo medo ou pela raiva, sua mente pára, fazendo com que ele se torne um alvo fácil e sofra uma finalização inesperada.

Por que praticar jiu jitsu?
Garota praticando Jiu Jitsu ao ar livre.
(Foto: Reprodução)

Os samurais foram os primeiros a perceberem que é o equilíbrio da mente diante do combate que faz com que ele seja bom ou ruim. A prática do Jiu Jitsu promove inúmeros benefícios aos seus adeptos, como:

  • Equilíbrio mental, emocional e físico;
  • Boa coordenação motora;
  • Disciplina;
  • Disposição;
  • Eleva a autoestima;
  • Diminui os estresse;
  • Produz mais auto-confiança;
  • Desenvolve o caráter;
  • Aumenta a resistência do organismo;
  • Acelera o metabolismo;
  • Eleva os níveis de reflexos;
  • Melhora capacidade cardiovascular e respiratória.

Quando começar a praticar?

Esse esporte é recomendado para crianças a partir de cincos anos de idade, isso porque exige certas atenções e compreensões de seus praticantes.

Onde praticar?

Em academias que oferecem aulas regulares dessa modalidade. Os valores cobrados por elas variam de acordo com centro escolhido e o mestre.

Dicas relevantes para iniciantes

Cuide bem do seu corpo;

Tenha extremo cuidado com o seu kimono;

Absorva todas as informações e práticas que puder;

Conheça bem o seu treinador e os seus colegas.

Atenção!

Não só a pratica do Jiu Jitsu, mas de qualquer outro esporte é de grande importância para saúde física e mental. Por isso, muitos afirmam que as artes marciais são os melhores caminhos para se encontrar uma maior estabilidade, conquistando assim uma boa qualidade de vida.

De quanto em quanto tempo é recomendado fazer o check-up?

De quanto em quanto tempo é recomendado fazer o check-up?

O nosso organismo sempre está exposto a problemas de saúde, principalmente quando o sistema imunológico se encontra em condições frágeis, podendo ser acometido por inúmeros micro-organismos e enfermidades, geradores de sérios transtornos por toda estrutura corporal.

Por essas e outras razões, a realização de check-up’s é recomendada pelos médicos aos indivíduos de todas as idades, com relevância àqueles que possuem mais de 30 anos e carregam consigo uma condição genética mais propensa para a obtenção de doenças, entre outras disfunções.

Esse procedimento compreende a uma bateria de exames laboratoriais e de imagem, que efetivam a uma avaliação da saúde de acordo com algumas observações, como:

  • Gênero;
  • Idade;
  • Hábitos de vida;
  • Particularidades individuais;
  • Histórico familiares, profissionais e ambientais.
De quanto em quanto tempo é recomendado fazer o check-up?
Médico pronto para realizar um check-up.
(Foto: Reprodução)

Profissionais da área da saúde ressaltam que essa abordagem mais amplificada de análise é responsável pela prevenção de distúrbios e também pelo tratamento precoce de inúmeras enfermidades (sejam elas físicas ou mentais), por que várias delas são assintomáticas e outras só costumam manifestar sintomas quando já se encontram em estágio avançado.

Quando fazer um check-up?

Esse procedimento deve ser efetuado pelo menos uma vez por ano. Lembre-se de entrar em contato com o seu médico com antecedência para avisar sobre a sua visita. Leve consigo os exames feitos em check-up’s anteriores,(caso possuir) isso ajudará na observação clínica.

Exames recomendados

Crianças

  • Teste do pezinho;
  • Hipercolesterolemia.

Adolescentes

  • Testes que atestem a deficiência de nutrientes;
  • Averiguação das funções de órgãos, como rins e fígado e glândula tireoide;
  • Eletrocardiograma;
  • Teste ergométrico.

Adultos e idosos

  • Ultrassom da região abdominal;
  • Raio-x do tórax e de outras partes do corpo;
  • Mamografia;
  • Transvaginal (para mulheres);
  • Papanicolau (para mulheres);
  • Exame de próstata (para homens).

Atletas

  • Testes ergométricos de esforço;
  • Eletrocardiogramas;
  • Ecocardiogramas;
  • Todos os exames referentes a adultos e idosos.

Atenção: As gestantes também devem fazer check-up’s. Geralmente esses são ministrados pelos seu obstetra ou ginecologista durante todo o pré-natal, para atentar sobre sua saúde e a do bebê.

Dica

Procure um médico de sua confiança para esse tipo de avaliação, ateste a sua qualidade técnica com outros pacientes e procure realizar todas as suas consultas com ele. Assim correrá menos riscos de adquirir diagnósticos confusos ou errados.