Há muitos anos, a expressão “um raio não cai no mesmo lugar” é dita por pessoas de várias faixas etárias, principalmente pelos mais antigos mas será que essa afirmação é verdadeira? Segundo cientistas e pesquisas levantadas por eles, essa frase se trata apenas de um mito, sendo uma inverdade, isso porque um raio pode vir a atingir um mesmo ponto.
Representação de um raio caindo. (Foto: Reprodução)
As chances disso vir acontecer são classificadas como pequena e média (em alguns casos), um bom exemplo disso é o prédio Empire State Building, em Nova York (EUA), que é atingido por aproximadamente 25 raios por ano. Uma das razões que ajudam a propiciar esse acontecimento é a elevada altitude e o isolamento dessa estrutura, que também se manifesta em árvores por todo o mundo.
A explicação científica dada em relação aos raios que caem nos mesmos locais ou em suas proximidades, é a concentração de campos e cargas elétricas nas extremidades de determinados objetos e áreas que atraem com mais intensidade a eletricidade, como para-raios, prédios altos, árvores, lugares com ambientes muito abertos e estruturas isoladas.
Por estes e outros motivos indica-se que, em dias de chuvas moderadas, fortes e tempestades, as pessoas evitem permanecer em extensões que possuam as características descritas acima, para evitar possíveis transtornos e o acometimento de descargas elétricas, ação que pode promover sérios danos à saúde do indivíduo.
O adoçante é um dos produtos alimentícios que vem gerando muitas discussões, pois suas substâncias e seu consumo geram muitas dúvidas para milhares de pessoas que são ou não adeptas ao seu ministramento no dia-a-dia, processo que ocasiona o levantamento de vários mitos.
Sua complexidade é caracterizada como substâncias de baixo ou inexistente valor energético que produzem gosto adocicado aos alimentos e bebidas em que são adicionados. Os adoçantes podem ser encontrados no mercados de forma natural (mais saudáveis) e artificial (sintético). Os componentes mais relevantes vistos na composição desses produtos são a frutose, sacarose, ciclamato, taumatina e sacarina.
(Foto: Reprodução)
Sucos, cafezinhos e chás são as bebidas em que as pessoas mais utilizam adoçante, sem mencionar que são as refeições aderidas com mais frequência durante o dia. O grande alarde em questão é: os adoçantes são considerados vilões ou mocinhos para a saúde do organismo? Para saber essa e outras demais respostas, confira o tira dúvidas abaixo:
Adoçante engorda
»Resposta:Mito parcial.
»Justificativa: Os adoçantes, mesmo não tendo quase nenhuma caloria e não promovendo o ganho de peso direto, ele pode influenciar indiretamente esse processo, porque as pessoas acham que os produtos lights e diets não engordam, o que acaba proporcionando o consumo exagerado desses alimentos.
Somente diabéticos devem consumir adoçante
»Resposta:Mito.
»Justificativa:Parcialmente todas as pessoas podem fazer o uso de adoçantes, desde que respeite sua dosagem máxima recomendada.
A sucralose não faz nenhum mal à saúde
»Resposta:Verdade.
»Justificativa: Essa substância, por ser derivada da cana-de-açúcar, possui um sabor muito parecido com o açúcar tradicional, sendo capaz de suportar condições singulares de temperaturas. Quando ministrada de forma correta, não proporciona nenhum malefício para a saúde, além de evitar o aparecimento de cáries.
A estévia é inofensiva à saúde humana
»Resposta: Verdade.
»Justificativa:Os adoçantes com esse componente, são os mais indicados para o consumo humano, pois é de origem natural e mesmo tendo um gosto mais forte, não manifesta nenhum mal à saúde, além de promover a redução de glicemia em enfermos com diabetes tipo 2 e ajudar a controlar a hipertensão.
Gestantes não podem consumir adoçante
»Resposta: Verdade parcial.
»Justificativa:A maioria dos médicos indicam que o adoçante não seja consumido por gestantes, salvo as que estão muito acima do peso e que possuem diabetes. Não existe nenhuma complicação afirmada cientificamente sobre o uso desse produto durante a gestação, mas ainda assim os profissionais da área da saúde pedem para que esses elementos sejam evitados.
Crianças não podem consumir adoçante
»Resposta:Mito.
»Justificativa:O consumo de adoçantes é altamente recomendado para crianças, principalmente as diabéticas, obesas ou que estão com sobrepeso, mas se faz essencial o acompanhamento médico para esse ministramento.
O consumo do adoçante não tem um limite diário
»Resposta:Mito.
»Justificativa: Tudo em excesso faz mal para a saúde, por isso, até mesmo os adoçantes e outros produtos saudáveis, possuem uma taxa indicada para consumo diário. Para calcular esse valor, é necessário multiplicar a quantidade de determinado adoçante pelo peso corporal:
Sucralose:15 mg x peso corporal.
Aspartame: 40 mg x peso corporal.
Sacarina: 5 mg x peso corporal.
Acesulfame K: 15 mg x peso corporal.
Ciclamato: 11 mg x peso corporal.
As substâncias encontradas nos adoçantes causam câncer
»Resposta:Mito parcial.
»Justificativa: Pesquisas parciais afirmam que o consumo excessivo e frequente dos adoçantes podem promover a intoxicação do organismo, deixando-o mais propenso para a formação e desenvolvimento de canceres.
A imaginação das crianças sempre deve ser estimulada e apoiada, acontece que elas creem em qualquer história que os adultos contam e acabam por aceitar com facilidade qualquer situação relatada pelos mais velhos. E sobre a Fada do dente, uma das histórias mais contadas pelos adultos, será que ela existe mesmo ou apenas faz parte da imaginação? Descubra no decorrer da matéria.
Fada do dente (Foto: Reprodução)
História da fada do dente
A fabula da Fada do dente não surgiu de uma tradição como é o caso de Papai Noel que é baseado na história de São Nicolau. A fada dos dentes surge como uma forma de estimular as crianças a tirarem os dentes de leite, pois se permanecerem poderiam prejudicar a boca futuramente. Deste modo as crianças deixavam arrancar os dentes sem problemas para receberem uma recompensa. Tal recompensa chegaria a noite após ter extraído o dente e colocado embaixo do travesseiro onde, supostamente, uma fada viria durante a madrugada e trocava o dente por uma moeda.
Origem
Ainda não sabe ao certo quanto a origem da Fada do dente, mas é provável que tenha sido durante o período medieval. Naquela época acreditava-se que os dentes extraídos deveriam ser guardados ou queimados para evitar que fossem roubados pessoas que já haviam morrido. O primeiro livro a citar a Fada do dente foi The Tooth Fairy, de Lee Rothgow em 1949, mas o escritor espanhol Luiz Coloma criou a história do rato Perez em um livro de cunho infantil no qual o rato Perez dava presente às pobres crianças madrilenhas quando os dentes caiam.
Como revelar a verdade
Falar abertamente que a fada do dente não existe e sem criar um ambiente propicio pode ser uma experiencia traumática à criança. Os psicólogos não tem um consenso quanto a melhor forma de dizer isso à uma criança, entretanto o mais recomendado é não revelar a verdade subitamente, mas ir explicando aos poucos. Certamente que em algum momento a criança fará perguntas do tipo “Como ela faz isso?”, “Por que eu nunca vi a fada dos dentes?”, etc. O ideal é explicar que a fada é fruto de uma crença e que existe no imaginário popular mas não na vida real. Explique de uma maneira simples para que ela possa melhor compreender.
O folclore é dito como um conjunto de lendas e mitos de diversas histórias que são contadas a muitos anos e são passadas de geração em geração. A maior parte desses assuntos foram inventados por indivíduos que moravam na região interior do Brasil a muito tempo atrás. Todas as histórias foram criadas com duas intenções, sendo elas colocar medo em quem as escultava ou ensinar algo importante, tal como a lendo do curupira.
Representação do Curupira. (Foto: Reprodução)
O curupira – também chamado de caipora – é um dos personagens mais importantes do folclore brasileiro. Esse símbolo é dito como um habitante das matas brasileiras. Ele é pequeno, com os cabelos cor de fogo, possui os pés virados para trás, e é um defensor de toda a natureza que castiga e ataca a todos que querem destruir o meio ambiente e fazer mal aos animais.
Para realizar a proteção de todas as florestas, o curupira assusta os caçadores e os lenhadores com assovios muito agudos e com imagens ilusórias. Ele consegue despistar a todos por causa das suas pegadas que confundem os indivíduos pelos rastros falsos. Além disso, ele é muito veloz, fazendo assim com que ser humano nenhum consiga alcançá-lo em uma corrida.
O folclore relata que o curupira gosta muito de descansar na sombra das mangueiras, que gosta muito de crianças e que costuma leva-las para as matas para que aprendam como é importante cuidar da natureza, para ensinar a elas todos os segredos desse mundo verde e somente após 7 anos esses jovens são devolvidos as suas famílias.
O curupira é um personagem pregador de peças para as pessoas que entram na floresta, principalmente nas que desejam realizar qualquer ação que prejudique a natureza. Ele faz com que elas se percam nas matas, que fiquem perdidas e faz diversas brincadeiras até que achem o caminho de volta para seu lar.
Não existe qualquer comprovação científica sobre essas figuras folclóricas, mas é sempre importante lembrar que essas lendas – na maioria das vezes – quer nos dizer algo muito importante, assim como o curupira nos ensina a importância de cultivar,cuidar e proteger todo o ecossistema.