Dislexia sintomas e tratamento

A dislexia é dita como um transtorno que afeta o indivíduo no seu aprendizado, podendo ela ser hereditária. A disfunção faz com que o paciente tenha dificuldades na leitura, soletração, escrita, e outros âmbitos. Quem possui essa doença pode ainda ter dificuldades em diferenciar letras, comandos, etc.

Sintomas

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Criança com dificuldades de identificar as letras.
(Foto: Reprodução)

Dificuldade em:

  • Ler;
  • Escrever;
  • Soletrar;
  • Interpretar textos;
  • Entender conteúdos fáceis e complexos;
  • Memorização;
  • Identificação de termos;
  • Indicar caminhos;
  • Realizar tarefas em sequência;

Além de:

  • Trocar informações, palavras, letras, etc;
  • Graia quase que ilegível;
  • Não conseguir aprender novos idiomas.

Diagnóstico

Normalmente, o diagnóstico do paciente é realizado com o acompanhamento das atitudes do indivíduo desde a sua infância, com apoio familiar e de médicos psicopedagogos, fonoaudiólogos e neurologistas.

Tratamento

É importante lembrar que essa doença não tem cura e por isso que, quanto mais cedo for diagnosticada a dislexia no paciente, mais chances de controle da enfermidade o indivíduo terá. É essencial que todos os exames e o acompanhamento do caso sejam realizados por profissionais extremamente qualificados.

O tratamento é realizado com o acompanhamento médico de vários profissionais, onde eles irão ajudar o paciente a superar os preconceitos que irá sofrer e fazer o possível para que eles tentem levar uma vida normal.

É extremamente importante que os pais, amigos, professores e todas as pessoas que participem da vida de um disléxico, estejam sempre atentos as atitudes pois em casos mais graves os indivíduos possuem a disfunção podem apresentar depressão, se envolver com drogas, tanto  lícitas quanto ilícitas.

Dicas

 É indicado que os professores consigam se relacionar melhor com os alunos disléxicos e fazer com que o  ensino aprendizagem e a sua participação em sala de aula seja melhor.

Coloque os alunos disléxicos mais próximos da sua mesa para interagir mais com ele e ficar de olho nas suas reações, atitudes;

Faça o possível para que não haja focos de distração dentro da sala de aula, principalmente alunos “bagunceiros”;

Dê mais tempo para a realização de provas e trabalhos dentro da sala de aula para que ele consiga realizar a sua própria interpretação;

Leia as provas, os trabalhos e as perguntas ao aluno quantas vezes for necessária;

• Ensine-o a ser bem organizado, faça que ele tenha gosto por isso;

Faça com que ele se sinta igual a todos os seus colegas de classe;

Tenha muita paciência em lidar com eles.

Vestígios de muco na urina

O muco é dito como uma substância visco-elástica de origem biológica. Sua produção se faz para a proteger e lubrificar o corpo humano. Mas, quando ele é encontrado na urina, corresponde a um aviso de modificações genitais, tal como a falta de higiene do local, infecções e até mesmo doenças em casos mais graves.

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Representação de como é o muco.
(Foto: Reprodução)

A quantidade de muco na urina também deve ser levada em conta, pois quanto mais muco, mais problemas genitais podem estar acontecendo. Devido a isso, assim que surgir o primeiro sinal ou vestígio dessa substância, procure um médio. Urologista para homens e ginecologista para as mulheres.

O muco pode indicar:

  • Infecção;
  • Desidratação;
  • Pedras nos rins;
  • Cistite;
  • Doenças sexualmente transmissíveis;
  • Excesso de medicamentos e vitaminas no organismo;
  • Câncer na bexiga;
  • Síndrome do cólon irritável;
  • Entre outros;

Sintomas relacionados ao muco

  • Dor ou desconforto ao urinar;
  • Coceira genital;
  • Vermelhidão genital;
  • Irritação genital;
  • Entre outros;

Tratamento

Antes de realizar o tratamento, o médico terá que descobrir quais são os motivos que estão proporcionando o muco. Durante esse processo, é importantíssimo que seja realizado uma excelente limpeza na região dos órgãos genitais, onde o casal deverá evitar relações sexuais, beber muito líquido faz-se necessário, entre outros.

Observe sempre as suas regiões genitais e os sinais que elas demonstram quando não estão completamente saudáveis. Assim que perceber algo diferente, procure um bom médico para que ele faça um excelente diagnóstico e inicie o tratamento.

Sintomas verminoses

São ditas como verminoses toda e qualquer doença causadas por vermes. Esses parasitas costumam se instalar no organismo do hospedeiro e se proliferar por ali. Normalmente se alojam nos intestinos, fígado,  pulmões e, em alguns casos mais graves, no cérebro.

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Ilustração de uma pessoa com verminoses.
(Foto: Reprodução)

As enfermidades causadas pelos vermes acometem pessoas de ambos os sexos, em qualquer faixa etária. O seu principal meio de transmissão se dá por ferimentos na pele e pelo consumo de água e alimentos contaminados.

Os vermes se dividem em:

• Platelmintos: tem o corpo achatado e o seu sistema digestório incompleto. Um exemplo de platelminto são as tênias, que podem provocar cisticercose e os esquistossomos no indivíduo.

• Nematelmintos: tem o corpo cilíndrico e liso, com ambas extremidades afuniladas, sistema digestório completo e sexos separados. Os exemplos mais mais vistos de nematelmintos são a lombrigam, as filárias e os oxiúros.

Sintomas

  • Dores abdominais;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Diarreia;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Anemia;
  • Problemas respiratórios;
  • Comprometimento cerebral (em casos mais graves);
  • Obstrução da garganta e/ou do intestino (em casos mais graves);

Tratamento

Quanto mais cedo a doença for constatada, mais chances ela terá de cura e mais fácil os vermes serão eliminados  do organismo. A maior parte do tratamento é realizado com o uso de vermífugos, onde uns tratam vermes parasitas específicos e outros contra vários deles, chamados de medicação polivalente.

Dicas e prevenção

Elementos fundamentais:

  • Educação sanitária;
  • Hábitos de higiene pessoal e familiar;
  • Saneamento básico;
  • Lavar com frequência as mãos;
  • Evitar não andar descalço;
  • Evitar beber água que não esteja filtrada;
  • Lavar todos os alimentos antes do seu consumo;

Inflamação nos ovários sintomas

As doenças inflamatórias que acontecem nas regiões pélvicas, são denominadas como DIP. Elas dizem respeito todas as enfermidades que acontecem nas regiões genitais femininas e também em seu trato superior, tal como os ovários, trompas e útero. As mulheres mais afetadas pela DIP são as jovens, que tem entre 25 à 35 anos de idade.

Cientistas afirmam que essa é uma das doenças sexualmente transmissíveis mais preocupantes que existem e ainda assim é a mais frequente entre as mulheres. Ela é dita como um dos principais motivos da dor pélvica crônica, da gravidez ectópica e de uma possível infertilidade.

Inflamação na região pélvica, causas, sintomas, tratamento e prevenção.
Sistema genital feminino.
(Foto: Reprodução)

Causas

A maior causa das inflamações genitais são obtidas através das relações sexuais, mas também pode ser devido o:

  • Parto;
  • Inserção de um DIU;
  • Aborto;
  • Curetagem uterina;
  • Biópsia de endométrio;
  • Histeroscopia.

Sintomas

  • Corrimento (na maioria das vezes com coloração);
  • Odor;
  • Dor abdominal;
  • Calafrios;
  • Febre;
  • Ciclo menstrual irregular;
  • Dor durante as relações sexuais.

Tratamento

O tratamento desta doença é realizado com o acompanhamento regular da paciente e com uso de antibióticos. É importante lembrar que os remédios só deverão ser utilizados após o diagnóstico do médico e a sua prescrição. Durante o tratamento deve-se evitar relações sexuais e o parceiro da paciente também terá que realizar alguns exames em conjunto.

Prevenção

No caso de doenças inflamatórias pélvicas, o mais apropriado é que a camisinha seja utilizada nas relações sexuais.