A tosse não é uma doença, mas ela é uma resposta do organismo para nos alertar que algo não vai bem com os nossos pulmões e/ou com as nossas vias aéreas. Por vezes fazemos muita força para tossir sem saber que esse ato pode nos gerar complicações piores, até mesmo sérias contusões nas costelas.
Costelas quebradas. (Foto: Reprodução)
As tosses convulsas e as quedas são as principais razões de lesões nas costelas. Para quem possui osteoporose as chances de quebrar as costelas tossindo aumentam ainda mais pois os ossos ficam mais frágeis.
Os hematomas sempre aparecem nos locais onde a costela está trincada ou quebrada, mas quando esse fator é decorrente de tosses, esse sinal aparece raramente.
As costelas quando estão quebradas podem acabar perfurando o pulmão. Portanto, avalie sempre as mudanças no seu organismo para saber fazer um pré-diagnóstico de que algo de errado está acontecendo.
Caso você sinta qualquer desconforto, dificuldade em respirar ou sinta dores e tensões no peito, é necessário que seja encaminhado o mais rápido possível para um hospital.
As costelas demoram cerca de 2 meses ou mais para se curar, tendo ela sido quebrada ou trincada – esse período pode demorar mais em pessoas que possuem osteoporose e em idosos.
Devido ao não tratamento do esgoto e a falta de água potável em algumas regiões do mundo, muitas pessoas sofrem por estar em contato com águas contaminadas que prejudicam muito a sua saúde, deixando seu organismo com baixa imunidade, proporcionando assim ainda mais chances do indivíduo adquirir uma doença.
Esse fator descrito acima provoca cerca de 30 mil mortes diariamente em todo o mundo. As principais pessoas atingidas são as crianças, que são mais frágeis e ficam mais expostas aos riscos que a água contaminada e suas doenças impõem. Os principais motivos desses óbitos são a desidratação e uma forte diarreia causada por micróbios.
No Brasil, mais de 3 milhões de famílias ainda não possuem saneamento básico. A classe que é mais atingida por esse processo são as mais precarizadas, ditas como pobres, que mal possuem condições para o seu sustento e o de sua família.
Doenças transmitidas pela água contaminada
Cólera
É o caso mais grave da diarreia pois leva o indivíduo rapidamente a um processo avançado de desidratação. Doença causada pelo vírus Vibrio Cholerae. Ela é transmitida pela água contaminada, por alimentos contaminados e por via fecal-oral.
Seus principais sintomas são cólicas abdominais, boca seca, pouca micção, sede demasiada, sonolência incomum, cansaço, olhos fundos, pele ressecada, diarreia com odos de peixe, aumento da frequência cardíaca, entre outros.
Diarreia Infecciosa
Criança bebendo água contaminada. (Foto: Reprodução)
É um dos casos de diarreia grave. Causada por vários vírus, parasitas, germes e bactérias que contaminam a água.
Seus principaissintomas são cólicas, dores abdominais, febre, calafrios, náuseas, fezes com sangue, entre outros.
Esquistossomose
Essa doença é transmitida pelo parasita Schistosoma. É uma infecção conhecida como barriga d’água ou doença do caramujo devida o micro-organismo viver em águas povoadas por caramujos e contaminadas por fezes.
Seus principais sintomas são febre, calafrios, aumento do baço, do fígado, dos nódulos linfáticos, coceira, dor abdominal, vontade frequente em urinar, diarreia, sangue nas fezes e na urina, entre outros.
Hepatite A
É uma doença viral, sua transmissão se dá por via fecal-oral. A falta de higiene dos alimentos e fezes em contato com água sem saneamento é o que mais causa essa doença.
Seus principais sintomas são a icterícia, perda de apetite, náusea, dores no corpo, diarreia, vômitos, entre outros.
Leptospirose
Essa doença é transmitida na maioria dos casos pelos ratos que ficam nos esgotos. Sua urina e fezes deixadas na água que não recebem nenhum tipo de tratamento faz com que o indivíduo tenha contato direto com a água contaminada.
Seus principais sintomas são calafrios, náuseas, febre alta, vômitos, vermelhidão nos olhos, diarreia, dores no corpo, entre outros.
A pressão alta é uma doença que se caracteriza pelo aumento da pressão arterial na corrente sanguínea sistêmica. Esse processo não se dá apenas em seres humanos, mas também em animais, tal como nos cães. Essa enfermidade ainda é estudada no ramo veterinário, mas normalmente ela não se trata de uma doença primária.
Em cães de pequeno porte – e na maioria desses animais – a pressão alta se dá devido a uma doença renal. É necessário que o dono do bicho fique atento as suas modificações para que consiga notar os sinais dados pelo organismo avisando sobre a doença.
Sintomas
* Muita ingestão de água;
Cachorro em exame médico. (Foto: Reprodução)
* Perda de peso;
* Aumento da diurese;
* Cegueira aguda;
* Convulsões;
* Vômitos;
* Alterações cardíacas e oculares;
* Fraqueza;
* Anormalidade em seu comportamento;
* Desorientação psicológica;
* Distúrbios de equilíbrio.
Tratamento
É importantíssimo que o diagnóstico seja realizado logo no início dessa enfermidade para que o tratamento seja eficaz e para que não ocasione lesões no cão. Os lugares mais afetados nesses casos são os rins, o coração, os olhos e o cérebro.
O tratamento utilizado para o controle da pressão arterial dos cães é realizado com medicações. O aparelho de medição utilizado nesses animais é o esfigmanômetro. Nem todo valor elevado de pressão simboliza essa enfermidade, e com esse medidor é possível realizar um melhor diagnóstico.
Uma das melhores maneiras de prevenir essa doença é medir sempre a pressão dos cães que estejam idosos e/ou obesos, ou caso surja qualquer um dos sintomas citados acima no animal.
A gastrite em seu geral é caracterizada pela inflamação do epitélio do estômago, isto é, da camada de tecido o recobre. A mucosa encontrada na região faz com que haja resistência a acidez intensa. Ela não se dá sozinha pois é um resultado de combinações de diversas agressões ao estômago.
A gastrite nervosa é muito comum em adultos e adolescentes que possuem muita ansiedade, estresse e depressão.
Sintomas
* Mau hálito;
* Azia;
(Foto: Reprodução)
* Enjoo;
* Vômito;
* Dor no estômago;
* Dificuldade na digestão;
* Saciedade antes de terminar a refeição;
* Gases;
* Arrotos;
* Perda de apetite.
Tratamento
O tratamento deve ser realizado com o acompanhamento médico, com uma forte participação de um excelente nutricionista. Os antiácidos devem ser ministrados juntamente com uma boa dieta ou reeducação alimentar.
Nesse processo, também é importante que o indivíduo tenha controle sobre suas emoções e que tenha sessões com psicólogos se necessário.
Dicas
* Não fume;
* Fique de repouso;
* Evite molhos condimentados;
* Evite ficar um período muito tempo sem comer;
* Não tome líquidos durante as refeições;
* Usar roupas confortáveis;
* Coma de três em três horas e diminua a quantidade de comida.